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Numerologia: como será o ano de 2017 e o seu ano pessoal

Um novo ano está acaba de chegar e com ele novas vibrações para a sua vida. A numeróloga Clara de Almeida explica-nos como vai ser 2017, no geral, e, fazendo as suas contas, fique a saber como vai ser no seu plano individual.

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Para percebermos a energia da essência de 2017, vamos somar todos os seus dígitos e assim encontraremos 10. Esta é uma energia de 1 reforçada, devido à existência do zero, mostrando que o novo ano abrirá novos caminhos, após a tendência de fecho e finalização do ano anterior. Para os Estados Unidos, por exemplo, abrir-se-ão claramente novas dinâmicas com a eleição de Donald Trump. E o que se passar neste país irá sem dúvida influenciar o planeta, pelo que certamente teremos um ano com bastantes surpresas.

 

O ponto mais positivo de 2017 reside no facto de ele ser um ano de ação, indo trazer um novo impulso à economia mundial e acentuar as vontades empreendedoras, pelo que novos negócios surgirão, sobretudo a nível das iniciativas individuais. As grandes multinacionais e impérios económicos continuarão a existir, talvez até tomando novo fôlego em 2017, mas será de esperar que se acentue a tendência para as pessoas procurarem a sua independência criando os seus próprios negócios.

 

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Um dos pontos menos positivos para 2017 é a tendência para que ele seja um ano de excessos, no qual os movimentos mais radicais se fortalecerão e por isso é de recear que não acabem os atos terroristas que temos vindo a ver em vários pontos do mundo.

 

Será igualmente de esperar que a globalização se intensifique e haja cada vez mais empresas vendo o mundo como o seu mercado, pelo que a concorrência empresarial irá crescer. O facto de estarmos no milénio do 2 acentuará a colaboração internacional, seja a nível dos negócios, politicamente ou mesmo em termos militares. Todavia, e exatamente por estarmos no milénio do 2, ele pode manifestar-se não na colaboração mas na divisão, originando blocos de influência que poderão chocar-se. Assim, será de esperar que isso aconteça ao longo de 2017, criando ilhas que radicalizarão posições e permanecerão fechadas a acordos, levando a que os esforços diplomáticos das organizações supranacionais se intensifiquem.

 

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Olhando agora as questões financeiras, elas irão constituir um foco de dificuldades, dado que os sistemas financeiros dos países desenvolvidos têm vindo a dar fortes sinais de necessidade de reestruturação. Durante este novo ano iremos assistir à continuação desses problemas, pois o mundo ainda se encontra à procura de novas soluções que não se vislumbram no horizonte com muita clareza.

 

Do ponto de vista político, dado o que foi dito acima sobre a radicalização de posições, será de esperar que isso aconteça, pelo que a constituição de blocos dentro dos países e entre nações será de esperar. Por outro lado, os fogos independentistas continuarão acesos, quer a nível geral, quer individual.

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