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Como organizar o trabalho e a família

Para assinalar o Dia Internacional da Família, a 15 de maio, abordamos uma das maiores dificuldades de hoje em dia: gerir o tempo. As exigências laborais implicam muitas cedências, que acabam muitas vezes por prejudicar a família. Eis algumas dicas para colmatar essas lacunas. De certeza que as conhece bem. Vamos só fazer a revisão da matéria... e tentar aplicá-las.

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Tire proveito dos tempos modernos em que vivemos e da tecnologia que nos é oferecida e reaprenda a organizar-se a aproveitar a simplicidade da vida. Veja de seguida algumas ideias.

 

– Em primeiro lugar, pare de dizer que não tem tempo. Isso apenas significa que não está a organizar o tempo da melhor maneira. É necessário que defina prioridades e o tempo de execução para cada uma delas.

 

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– Arranje uma agenda. Vai ajudar muito ter as tarefas necessárias a cumprir nesse dia escritos na agenda. Assim irá garantir que não esquece de nenhum compromisso. Anote as suas reuniões ou trabalhos importantes, as do seu companheiro e as reuniões e atividades da escolinha do membro mais pequenino da família.

 

– Comunique. A comunicação é parte da nossa essência e é assim que nos expressamos. Existe a necessidade de comunicarmos com os que mais gostamos, por isso não se retraia e expresse o seu amor. Mesmo sem ser na sequência de algo, puxe o seu marido e/ou o seu filho e diga que os ama. Os adultos e as crianças precisam de ouvir isto, ainda que o saibam.

 

– Saia. Não fique em casa ao fim de semana. Mude de roupa e saia com a sua família, mesmo que, depois de uma semana intensiva de trabalho, lhe apeteça ficar a descansar. A sua família também precisa de si, da sua atenção. Se ficar em casa nos momentos de folga a descansar, não está a aproveitar os momentos livres de stress para viver a vida junto dos que ama.

 

– Quando não puder ir buscar o seu filho à escola, faça questão que alguém que o/a ama muito o vá buscar. Mas não relaxe por completo, ligue-lhe e fale com ele/ela para saber como foi o seu dia. Assim, apesar de não estar perto, está a mostrar-lhe que se preocupa e que quer saber e fazer parte do seu dia-a-dia.

– Aproveite o trânsito para falar com o seu marido, filhos ou família. Atualmente, as pessoas que vivem perto do trabalho, da escola do filho ou da família são uma minoria. Nesse sentido, aproveite os momentos que têm juntos ao máximo para saber as novidades, falarem, interagirem uns com os outros.

 

– Mantenha o contacto sempre. Caso seja necessário trabalhar até mais tarde e chegar quando o seu filho já estiver a dormir, fique algum tempo com ele, ao seu lado. A cumplicidade e proximidade são muito importantes e não podem ser esquecidas. Vá ao quarto, dê-lhe um beijo de boa noite, dê um carinho e tape-o com a sua manta.

 

– Acompanhe o estudo do seu pequeno. Veja se ele precisa de ajuda, acompanhe as notas, reveja os trabalhos de casa. Fique ao seu lado nem que seja só para dar apoio moral.

 

– A hora da refeição é uma hora sagrada, o que não quer dizer que não possam divertir-se. Não pode ir brincar porque tem de preparar o jantar? Não faz mal. Convide o seu filho e marido para se juntarem e fazerem desse momento, um momento de partilha e brincadeira, mas também responsabilidade, porque afinal na cozinha também é preciso tomar precauções.

 

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– Permita-se a ser criança de novo. Antes de adormecer o seu pirata/a sua princesa, esqueça o cansaço e leiam um livro juntos, desenhem uma estória, cantem uma canção. Partilhem o espaço em que se fantasia. Liberte a criança que há em si e garantimos que a sua criança vai ficar muito muito feliz.

 

– Saia da rotina. Quando tiver hipótese de ter uma ou mais folgas, aproveite e faça um programa diferente em família, sem compromissos ou horários. Vá ao parque com o seu filho, joguem à bola, brinquem à apanhada, à macaca. Ensine-o os jogos da altura em quando era criança, desde que não ponha em risco a sua segurança. Ele vai ficar feliz e vai sentir que a mãe/o pai lhe estão a dar um voto de confiança ao partilhar estas pequenas aventuras.

 

– Não se esqueça que cada momento vivido é único. Os momentos não se repetem, só se replicam através de fotografias ou vídeos, mas vivê-lo é igualmente, se não mais, importante.

 

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