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Circunferência abdominal influenciada em 40% pela genética

Conclusão faz parte de um estudo alargado sobre hereditariedade em doenças cardiovasculares que está a ser levado a cabo há mais de dez anos pela Universidade Federal do Paraná, no Brasil.

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Um estudo alargado que está a ser levado a cabo junto da população da cidade de Baependi, no interior de Minas Gerais, Brasil, indica que a genética é responsável em 40% pela circunferência abdominal. Com pouco mais de 20 mil habitantes, os moradores e as suas famílias foram escolhidos de forma aleatória para compor o grupo que serve de base ao estudo iniciado em 2005.

 

Da autoria de Camila Maciel, especialista em endocrinologia e professora de Medicina Integrada na Universidade Federal do Paraná, o estudo pretende fazer um mapeamento da tendência da população para contrair doenças cardiovasculares hereditárias.

 

 

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O enfoque da pesquisa está nos fatores de risco que levam a doenças cardiovasculares, a chamada síndrome metabólica. Nela, encaixam-se sintomas como hipertensão, circunferência abdominal e os níveis de glicose e de HDL, ou colesterol bom. Os resultados do projeto relacionam esses fatores à hereditariedade. Por exemplo, a circunferência abdominal é influenciada em 40% pelo fator genético. Já a hipertensão e o nível de glicose são-no em 20%.

 

A médica explica que o próximo passo é avaliar a frequência com que os problemas cardiovasculares aparecem nessas pessoas. Além disso, o estudo também pretende identificar e prevenir os fatores de risco nas crianças. Veja agora, na galeria acima, as dicas difundidas pela Fundação Portuguesa de Cardiologia para prevenir as doenças cardiovasculares.

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