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“Cenas” que me acontecem só a mim (ou então sou só eu que me queixo)

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Quando comecei a escrever este texto, confesso que já estava a pensar no título. E só me assomava à ideia “será que estas cenas só me acontecem a mim?”, mas depois lembrei-me da máxima jornalística de que jamais se faz uma pergunta em título.

 

Dando largas às minhas memórias – e porque o meu presente e passado são tão profícuos em situações inusitadas (quer dizer há uma amiga minha, cujo nome não posso aqui revelar, que me iguala, fazendo de mim uma pessoa ainda mais feliz) – vamos então dar início à lista de situações que me apoquentam no dia-a-dia:

 

Meias cujo par desaparece – resolvi começar com esta porque sei que é comum a muitas almas. Isso acontece porque em todas as casas existe um vortex para a 5ª dimensão – ou Twilight Zone- para quem como eu assistia a essa série a preto e branco e achava fenomenal. Melhor só mesmo Hitchcock. Essas mesmas peúgas singulares são sugadas por uma espécie de buraco negro, e obriga o mais comum dos mortais a guardar um saco apenas com as meias solteiras, na esperança que, num dia bom, elas voltem à nave mãe.

 

Lei de Murphy – Quando uma coisa corre mal, pode sempre correr pior. E isto, no meu caso, aplica-se quase na totalidade às filas de espera: supermercados, bombas de gasolina, filas de trânsito. Pioram exponencialmente quando, escolhendo eu a fila mais curta, existe, quase sempre, com o cliente que me antecede um qualquer erro de código, falha no sistema, rolo de impressão que se acaba. E, claro, no que às filas de trânsito diz respeito, assim que troco e como por artes mágicas a fila que era a mais rápida passa automaticamente ao passo caracol.

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