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Celebridades promovem alimentos pouco saudáveis

As celebridades fazem contratos milionários com empresas de produtos associados a doenças como diabetes e obesidade infantil.

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A maioria dos alimentos ou bebidas promovidos através de anúncios publicitários feitos por celebridades musicais não são saudáveis, concluíram os investigadores da ‘NYU Langone Medical Center’.

 

O estudo, publicado na revista ‘Pediatrics’, analisou primeiro a popularidade de várias celebridades.  Foram também analisados os alimentos e bebidas registados entre 2000 e 2014 no AdScope, um banco de dados publicitário. No geral, contaram-se cerca de 313 milhões de visualizações de vídeos de alimentos e bebidas promovidas por celebridades no Youtube.

 

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Os alimentos e bebidas mais comuns promovidos por artistas musicais são refrigerantes, bebidas açucaradas, fast food e doces. Os investigadores avaliaram a composição nutricional dos produtos alimentares de 26 anúncios e concluíram que 81% eram pobres em nutrientes.

 

Exemplo disso é  o anúncio de Taylor Swift à Coca-Cola Zero, uma bebida que não é rica em nutrientes. Têm surgido, inclusivé, algumas evidências de que os adoçantes artificiais não são saudáveis. Justin Timberlake, Britney Spears, Will.i.am, Baauer e Maroon 5 obtiveram o maior nível de promoção deste tipo de produtos. À semelhança destes, seguem-se nomes como Nicki Minaj, One Direction, Calvin Harris, Beyoncé e outros.

 

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Os contratos das empresas com as celebridades valem, por norma, milhões de euros. A título de exemplo, em 2012, Beyoncé assinou um contrato de patrocínio com a Pepsi estimado em 44.380.500 euros e Justin Timberlake recebeu mais de 5 milhões de euros pela música ‘I’m Lovin’ It’, um jingle do McDonald’s.

 

«Os adolescentes veem constantemente este tipo de anúncios a produtos que estão associados a obesidade e diabetes», diz a autora do estudo, Marie Bragg, num vídeo sobre a investigação. Não é segredo para ninguém que a publicidade tem uma forte influência naquilo que os jovens consomem e que «pode levá-los a comer demais num curto prazo», conclui.

 

 

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