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Causa e efeito

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Certamente ao ler as frases acima se lembrou de alguém que diz coisas semelhantes. Não é difícil, porque, apesar de não ter uma estatística ou qualquer dado oficial, creio não andar muito longe da verdade se disser que a maioria das pessoas costuma estar mais em efeito do que em causa.
 
“E então, qual é o problema?”, perguntará. Não sei se é ou há algum problema, o que sei com base na minha experiência é que as pessoas que habitualmente estão em efeito, perante as circunstâncias e desafios que a vida lhes coloca, tendem a obter resultados significativamente diferentes dos que pretendiam. Mais ainda, o próprio facto de estar em efeito perante algo leva a que a pessoa elabore uma panóplia de razões que sustentam a sua situação. “O meu marido andava a trair-me e isso afetou o meu trabalho, porque como comecei a produzir menos o meu chefe começou a implicar comigo. Eu sabia que ele nunca gostou de mim e cá está a prova. E agora como faço para mudar de casa, agora que estamos em crise e que não vou receber aumentos.”
 
Este tipo de coisas podem acontecer. Acontecem até com frequência. Mas, num grande número de casos, a pessoa em questão tende a paralisar, tende a não agir porque algo ou alguém fez o que fez.
 
Os fundadores da PNL costumavam colocar a questão: “Who’s driving the bus?”, traduzido à letra “Quem está a guiar o autocarro”. Portanto, quem controla a sua vida, quem assume os comandos? Quando alguém diz que ficou triste porque gritaram consigo, está a dizer por outras palavras que decidiu entregar o controlo do seu estado emocional a algo ou alguém exterior a si.
 
É claro que acontecem coisas que nos ultrapassam e que não temos um controlo direto sobe elas. A questão é como é que decidimos posicionar-nos perante elas!

 

No próximo artigo irei continuar com este tema, falar sobre o que podemos escolher fazer para sair do efeito e quais os benefícios de colocarmos em causa. Boa semana!

 

 

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