COMPORTAMENTO

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A autoimagem representa o conceito do tipo de pessoa que eu sou. Ela tem sido criada na base das nossas próprias crenças sob nós próprios. Por Esther Liska.
Por razões de (in)segurança

Ultimamente são muitas as pessoas com quem me cruzo e que usam o argumento da segurança e da estabilidade para manterem tudo tal como está na sua vida, mesmo que esta esteja a milhas daquilo que sonharam. Por Sérgio Oliveira.
Desintoxique-se de pessoas neste Natal

Neste Natal, vamos apreciar o calor em família, ao invés do “bafo” insuportável do ar-condicionado dos centros comerciais, onde somos abalroados, nesta altura, por sacos de compras com pernas. Por Sofia Rijo.
Eu sou...

A nossa identidade influencia o nosso comportamento. Se a opinião que tenho acerca de mim é “Eu sou uma pessoa divertida”, isso irá determinar a forma como me relaciono com os outros. Por Sérgio Oliveira.
Tenho medo porque...tenho medo!

O medo é provavelmente a emoção que mais nos paralisa. Pode consumir-nos e até debilitar-nos. Tal como a dúvida, o medo pode tornar-nos irracionais, levar-nos a perder o foco e afetar a forma como pensamos e nos comportamos. Por Sérgio Oliveira.
Fugir da dor emocional evita o sofrimento?

Refletir sobre momentos infelizes ajuda a ter consciência do que contribuiu para o que aconteceu e que precaução ter de futuro. Por Nuno Cristiano de Sousa.
“Já não me aturo, não devo ser normal!”

Cada vez é mais claro para mim que sucesso sem auto conhecimento e desenvolvimento pessoal é pouco duradouro e até difícil de atingir. Existem cada vez mais formas de nos conhecermos. Por Sérgio Oliveira.
Sim mas...

Comecemos por uma pequena palavra que é usada com muita frequência e que, eu diria, é infelizmente usada de forma errada, ou melhor, de forma a que não produz o resultado pretendido. Essa palavra é “mas”. Por Sérgio Oliveira.
Afinal a crise dos 40 existe!

Os resultados de um estudo mostraram que o nível de felicidade e bem-estar de um indivíduo segue uma curva em “U”. A satisfação de uma pessoa com a própria vida começa a diminuir com o início da idade adulta, chegando a ser ainda mais baixa entre os 40 e 42 anos.
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Até hoje ainda não encontrei um caso onde a pessoa envolvida não tivesse tido pelo menos 1% de responsabilidade pela sua situação. Por Sérgio Oliveira.