COMPORTAMENTO

Psicóloga clínica aconselha pais e filhos para um regresso escolar dentro da normalidade possível.

Tem como propósito aprofundar e desenvolver talentos naturais, identificar quais as áreas que podem estar a impedir o crescimento e como as eliminar ou transformar. É uma ferramenta utilizada tanto no âmbito pessoal como profissional.

Cada vez mais nos cruzamos profissionalmente ou pessoalmente com pessoas que acham que o mundo gira em seu redor…. Autoproclamam-se importantes, extremamente necessários, como se fosse impossível a vida prosseguir sem a sua participação. Por Vera de Melo.

Desde pequeno que ouço frases como “O Paulo tirou melhor nota do que tu. Vê lá se aprendes com ele…”; “A Rosa é que esteve bem. Devias era fazer como ela”; “A Joana foi a melhor! Querias tu ser como ela!”. Também ouviste algo assim? Por João Pombeiro.

Este método da repetição exige um esforço considerável mas vale a pena. A sua utilização pode ser crucial em momentos tão importantes como a realização de um exame ou a prestação de declarações enquanto testemunha de algum episódio.

Para que este regresso seja um verdadeiro recomeço e seja vivido com tranquilidade, sugiro que prepare em conjunto com a criança a mochila emocional para levar para a escola. Por Vera de Melo.

Certamente já pensou em quantas coisas poderia mudar ou fazer diferente no seu dia-a-dia mas, ao fim, sempre encontra alguma “desculpa” para não seguir adiante com este novo hábito. Por Vivian Baumann.
Porém, sabemos que os alertas constantes de emails, sms e mensagens de redes sociais são difíceis de resistir. E, quando dá por isso, lá está novamente a navegar no seu smartphone. Quer acabar com este ciclo? Veja de seguida dicas para conseguir afastar-se do seu smartphone.

Talvez o termo não faça ainda parte do seu vocabulário, mas é muito provável que o pratique ou que seja vítima dele diariamente. Trata-se de um novo comportamento muito característico da atualidade: consultar o telemóvel enquanto se está a falar com alguém. E já há estudos sobre isto.

A ansiedade é um meio de sobrevivência. É o sinal de alerta do nosso organismo. É o alarme que nos diz “cuidado! Estás em perigo. Foge ou defende-te”. Impulsiona-nos a agir mediante situações ameaçadoras. Ela é por isso necessária e adaptativa. Mas para tudo há uma linha que separa.

Até aos meus 28 anos, aprendi que a vida devia ser de certa forma. Ou mais, ou menos, ou melhor, ou outra coisa diferente. Muitas vezes, tudo menos aquilo que a vida (já) estava a ser. Tudo menos aquilo que estava a acontecer. Mas então como ficam as emoções e a relação interior com o que já está a acontecer? Por João Pombeiro.