REPORTAGENS

Fruta exótica no Mercado dos Lavradores

Esta é a oitava vez que os World Travel Awards distinguem a ilha da Madeira como melhor destino insular da Europa. A nível mundial, os óscares do turismo já atribuiram o primeiro prémio à Madeira por seis vezes. Descubra agora muitos dos tesouros que a ilha tem para oferecer.
Farol da Ponta do pargo. Foto: @kemp&kemp

Sabíamos que era na Calheta e que os pratos seriam confecionados na rua por um talentoso chef afastado da sua cozinha equipada. Mas foi com surpresa que chegámos ao Farol da Ponta do Pargo, o ponto mais a oeste da Madeira, e vimos toda uma estrutura improvisada para receber (e bem) os comensais do último ABC do ano na Madeira.
Fruta exótica no Mercado dos Lavradores

Frutos exóticos que atraem o olhar, flores que seduzem o olfato e o tato, produtos endógenos que trazem frescura ao nosso paladar… e tudo isto abraçado por uma natureza tranquila que é Património da Humanidade. Os cinco sentidos ficam despertos nesta ilha onde a primavera parece acontecer durante todo o ano.
Costa da Arrábida

O Parque Natural da Serra da Arrábida é dos mais belos de Portugal. Abrangendo território pertencente aos concelhos de Palmela, Sesimbra e Setúbal, junta o verde da vegetação e o azul do mar por cerca de 17 mil hectares, dos quais mais de 5 mil são de superfície marinha.
Areais, mar e tranquilidade a perder de vista!... Já é suficiente, mas é ainda mais do que isto. Esta pacata aldeia alentejana tem muito para oferecer. Não é por isso de admirar que encha as páginas de publicações de turismo nacionais e internacionais. Mas ainda em tempos de distanciamento, ou não estivesse integrada na maior linha de praias portuguesas – 42 km entre Troia e Melides.

Areais, mar e tranquilidade a perder de vista!… Já é suficiente, mas é ainda mais do que isto. Esta pacata aldeia alentejana tem muito para oferecer. Não é por isso de admirar que encha as páginas de publicações de turismo nacionais e internacionais. Mais ainda em tempos de distanciamento, ou não estivesse integrada na maior linha de praias portuguesas – 42 km entre Troia e Melides.
Colunas graníticas na Serra da Estrela

Conhecida como destino de inverno, a Serra da Estrela está a desvendar cada vez mais novas facetas. Uma natureza endógena única, uma renovação cultural na Covilhã e uma oferta gastronómica e hoteleira acolhedoras são argumentos suficientes para marcar a sua próxima viagem.
Palmela vista do seu castelo.

A chamada Balmala, pelos muçulmanos, desde sempre foi disputada pela sua posição singular e estratégica. Localizada numa posição elevada entre a serra e o mar, do seu alto avista-se Lisboa e o seu rio Tejo, Setúbal e o seu estuário do Sado, e a península de Tróia e o seu oceano Atlântico. Pode, literalmente, rodopiar sobre os seus pés e ver toda esta paisagem em menos de um minuto. Não é, pois, de admirar que é habitada e valorizada desde os tempos pré-históricos. Vamos fazer uma viagem pelo tempo?
Bem-vindos a Azeitão. Foto: Câmara Municipal de Setúbal.

É conhecida pelo queijo, pelas tortas e pelo vinho que se produz à sua volta. Tinto, branco, moscatel… Mas o que muitos não sabem é que foi o azeite que pôs esta vila, literalmente, no mapa. O seu nome deriva de Azzeitum, nome dado pelos árabes, no século VIII, aquando da sua passagem pela região, devido aos extensos olivais que cobriam as suas terras. E por ali ainda se encontram algumas oliveiras milenares. É só olhar com atenção e descobrir todo os seus tesouros.
Museu do Perfume, Museu do Chocolate, inúmeras cervejarias tradicionais, e, claro, o monumento mais visitado da Alemanha, a Catedral de Colónia. Já lhe despertámos a atenção para a cidade mais antiga da Alemanha? Foto: KölnTourismus

Museu do Perfume, Museu do Chocolate, inúmeras cervejarias tradicionais, e, claro, o monumento mais visitado da Alemanha, a Catedral de Colónia. Já lhe despertámos a atenção para a cidade mais antiga da Alemanha? É também uma das mais fervilhantes… reúne mais de 100 mil estudantes e emigrantes de 182 países. E nós estivemos lá.
Antigos estaleiros da Mina de São Domingos , Mértola.

Pouco mais de 50 anos passados da última extração das suas entranhas, este complexo mineiro em pleno Alentejo mantém-se aberto e sem uma reabilitação adequada. A vandalização subsequente ao abandono, a sua ruína e o tempo transformaram o local numa espécie de portal para o passado. O que criou um ponto turístico que atrai cada vez mais visitantes.