REPORTAGENS

É um produto gourmet apreciado sobretudo ao natural com um pouco de sumo de limão. As ostras têm fama de raras e afrodisíacas, mas são ainda mais ricas do que isso. Célia Rodrigues dedica-se à produção de ostras há cerca de dez anos e é tida como uma especialista nestes bivalves. Uma espécie de enciclopédia no que a este produto diz respeito. E nós fomos conhecer a sua produção e saber um pouco mais sobre este regresso ‘das profundezas’ das ostras de Setúbal.

É um produto gourmet apreciado sobretudo ao natural com um pouco de sumo de limão. As ostras têm fama de raras e afrodisíacas, mas são ainda mais ricas do que isso. Célia Rodrigues dedica-se à produção de ostras há cerca de dez anos e é tida como uma especialista nestes bivalves. Uma espécie de enciclopédia no que a este produto diz respeito. E nós fomos conhecer a sua produção e saber um pouco mais sobre este regresso ‘das profundezas’ das ostras de Setúbal.
Janela de onde Mariana Alcoforado avistava o seu amado. Foto: terrassemsombra2018 (c) Arlindo Homem.

As paredes de Beja contam histórias fascinantes de outros tempos. Num Alentejo profundo e em tempos idos, uma freira apaixonou-se perdidamente por um militar francês… e por lá podemos ver hoje a janela gradeada de onde via o seu amado. A história peculiar de Mariana Alcoforado é o ponto de partida para mais uma edição do Festival Terras Sem Sombra, que no último fim de semana passou por Beja e que até julho vai continuar a dar a conhecer o Alentejo através da música, do património e da biodiversidade local.
O Monte Selvagem é um espaço muito grande, que lhe permite desfrutar de uma experiência de convívio com os animais ao ar livre. Nos seus 20 hectares, tem muitos animais para conhecer e até alimentar, zonas de lazer e brincadeira para os mais pequenos - com slides, baloiços e escorregas espalhados por toda a área - e agora também tem um projeto de arte ligado à natureza. A MOOD foi visitar o espaço e conta-lhe tudo. Veja as imagens.

O Monte Selvagem é um espaço muito grande, que lhe permite desfrutar de uma experiência de convívio com os animais ao ar livre. Nos seus 20 hectares, tem muitos animais para conhecer e até alimentar, zonas de lazer e brincadeira para os mais pequenos – com slides, baloiços e escorregas espalhados por toda a área – e agora também tem um projeto de arte ligado à natureza. A MOOD foi visitar o espaço e conta-lhe tudo.
A quarta edição da Feira Medieval de Corroios decorre durante quatro dias, no Parque Urbano da Quinta da Marialva, em Corroios. Até 6 de maio, o parque converte-se num portal para as Terras de Corroios, onde se pode comer, beber, dançar, lutar e ver várias artes e artifícios dos tempos medievais. Nós já lá fomos. Veja as imagens.

A quarta edição da Feira Medieval de Corroios decorreu durante quatro dias, no Parque Urbano da Quinta da Marialva. Até 6 de maio, o parque converteu-se num portal para as Terras de Corroios, onde se podia comer, beber, dançar, lutar e ver várias artes e artifícios dos tempos medievais. Nós fomos lá. Veja as imagens.
Banho antissético e antifúngico. É a primeira fase de relaxamento.

Chama-se ‘Ponha Aqui o seu Pezinho’ e é o primeiro espaço português inteira e exclusivamente dedicado às massagens típicas dos spas tradicionais dos países asiáticos, onde os pés recebem toda a atenção merecida. Sob o lema ‘relaxe, recarregue e cure’, num ambiente tipicamente português, com produtos biológicos e unicamente nacionais, a MOOD foi procurar saber mais sobre o conceito e a terapêutica asiática.
Antigos estaleiros da Mina de São Domingos , Mértola.

Pouco mais de 50 anos passados da última extração das suas entranhas, este complexo mineiro em pleno Alentejo mantém-se aberto e sem uma reabilitação adequada. A vandalização subsequente ao abandono, a sua ruína e o tempo transformaram o local numa espécie de portal para o passado. O que criou um ponto turístico que atrai cada vez mais visitantes.
Conhecida como a Veneza portuguesa, a cidade dos quatro canais diferencia-se ainda pela arquitetura e doçaria regional. Veja o que não pode perder na sua próxima visita.

Conhecida como a Veneza portuguesa, a cidade dos quatro canais diferencia-se ainda pela arquitetura e doçaria regional. Veja o que não pode perder na sua próxima visita.
Era pela calada da noite que dezenas de homens e mulheres percorriam os trilhos mais difíceis pelo mato e atravessavam as águas fronteiriças entre o Baixo Alentejo e a Andaluzia espanhola – nus e com a roupa atada à cabeça - com 25 kg de ‘carga’ às costas. Entre as décadas de 1930 e 1960, o contrabando fez parte destas gentes, como forma de sobrevivência. E não há aldeia ou monte que não tenha histórias para contar. Agora, essa experiência difícil vai poder ser (um pouco) vivida em percursos noturnos que vão arrancar em maio.

Era pela calada da noite que dezenas de homens e mulheres percorriam os trilhos mais difíceis pelo mato e atravessavam as águas fronteiriças entre o Baixo Alentejo e a Andaluzia espanhola – nus e com a roupa atada à cabeça – com 25 kg de ‘carga’ às costas. Entre as décadas de 1930 e 1960, o contrabando fez parte destas gentes, como forma de sobrevivência. E não há aldeia ou monte que não tenha histórias para contar. Agora, essa experiência difícil vai poder ser (um pouco) vivida em percursos noturnos que vão arrancar em maio.
Não é só de paisagens bonitas que se faz a Bolsa de Turismo de Lisboa. Até 4 de março, o melhor de Portugal e do mundo está literalmente à prova na FIL, no Parque das Nações. Por lá, pode provar várias iguarias nacionais e internacionais, aprender a cozinhar pratos típicos ou até ter experiências simuladas. Sim, andámos num carrinho de cesto da Madeira… e desviámo-nos das curvas.

Não é só de paisagens bonitas que se faz a Bolsa de Turismo de Lisboa. Até 4 de março, o melhor de Portugal e do mundo está literalmente à prova na FIL, no Parque das Nações. Por lá, pode provar várias iguarias nacionais e internacionais, aprender a cozinhar pratos típicos ou até ter experiências simuladas. Sim, andámos num carrinho de cesto da Madeira… e desviámo-nos das curvas.
Um cabrito demoradamente assado, um caldo de castanha cremoso, o regresso da truta em forma de tártaro… os sabores originais das Aldeias de Xisto são redescobertos e dados a conhecer em novos menus que transmitem o espírito de cada lugar. Percorremos estradas sinuosas e paisagens a perder de vista e fomos provar alguns deles.

Um cabrito demoradamente assado, um caldo de castanha cremoso, o regresso da truta em forma de tártaro… os sabores originais das Aldeias de Xisto são redescobertos e dados a conhecer em novos menus que transmitem o espírito de cada lugar. Percorremos estradas sinuosas e paisagens a perder de vista e fomos provar alguns deles.