ESPECIALISTAS

Sim mas...

Comecemos por uma pequena palavra que é usada com muita frequência e que, eu diria, é infelizmente usada de forma errada, ou melhor, de forma a que não produz o resultado pretendido. Essa palavra é “mas”. Por Sérgio Oliveira.
Foto: Catedral de Reims

Esta é a palavra que marca a minha última semana, tal é o misto de emoções que me envolvem e confundem. Viajei dois dias em trabalho, para uma das cidades mais temidas dos últimos tempos, Paris. Por Sofia Rijo.
Os opostos atraem-se?

Discordo que o amor não se explique, as pessoas apaixonam-se por várias razões, embora possam não as perceber totalmente ao início. Por Nuno Cristiano de Sousa.
O terror do terrorismo

Tenho amigos muçulmanos. Tenho também amigos hindus, budistas, protestantes, católicos. E não me assusta a diferença. Antes, engrandece-me! Por Joana de Sousa Costa.
mulher 750

Até hoje ainda não encontrei um caso onde a pessoa envolvida não tivesse tido pelo menos 1% de responsabilidade pela sua situação. Por Sérgio Oliveira.
O terrorismo e a imperfeição da raça humana

O terrorismo alimenta-se da dor, da intolerância, mas não deve ser apenas medido apenas numa bitola mundial, porque este existe à nossa parte, na nossa família, nas nossas quizilas. Por Sofia Rijo.
Apelo aos jovens!

Os nossos jovens, em vez de serem dinâmicos e pró-ativos, de quererem «mudar o mundo» por sua livre iniciativa, têm exatamente a atitude oposta. Por Esther Liska.
Causa e efeito

Diz-se que alguém está em efeito quando, de acordo com a pessoa, as coisas que lhe acontecem são ou foram causadas pelos outros, ou algo externo a si. Por Sérgio Oliveira.
Para mulheres sem medo de o ser

Confesso que, ao ver tudo aquilo que estas mulheres sofreram, para hoje nós mulheres livres podermos ter o direito a ter voz, desencadeia em mim uma espécie de volta ao estômago quando há alguém, sobretudo do sexo feminino, a dar-se ao luxo de preterir o direito ao voto em troca de uma esplanada. Por Sofia Rijo.
Já reparou que a culpa é sempre sua?

Ou, mesmo que não seja, assume que sim! E quando chamam a sua atenção para esse facto, você ainda pede desculpa porque assume a culpa de incomodar muito as pessoas por ter esse péssimo hábito! Por Nuno Cristiano de Sousa.