EDITORIAL

Em pleno século XXI, surpreende-me sempre ver este tipo de preconceitos em sociedades ditas modernas e democráticas. Isto nem deveria ser assunto.

Quando vamos a um centro comercial, quase que podemos fazer ali mesmo um ‘estudo’ empírico sobre o estado de saúde dos portugueses.

A notícia cai como uma bomba e instala o medo. Não há como fugir a este sentimento. Há perspetivas positivas, há histórias de vitória, há avanços na medicina a cada dia, mas o incerto do que a doença vai trazer tem agarrado a si um sentimento de medo que não se consegue afastar.

O encontro com a intolerância acontece a toda a hora em todas as plataformas e proveniente de vários atores. Confesso que ando estupefacta com isto.

Apesar de toda a prudência que este tipo de notícias nos merece, há algo nesta que me deixa esperançosa de que nesta guerra se deu um passo decisivo.

Mas não só está na moda, como também há muita “moda” à volta do conceito. E não falo das tendências em termos de vestuário e calçado que, felizmente, vieram dar outra alegria à prática do desporto.

Não vou citar nomes pois não me recordo exatamente de quem foi. Mas foi um grande empresário português que disse que, para um negócio prosperar, deve-se, grosso modo, investir 20% em inovação e 80% em divulgação.

Chegar-se ao topo – seja ele qual for – até pode não ser assim tão complicado. O problema é manter-se lá. Sempre ouvimos dizer isto.

Há uns bons anos, tinha eu um blog na área de tecnologia, espantava-me com alguns comentários pouco delicados de utilizadores anónimos. Pensava eu, na altura, que era de uma cobardia atroz esconderem-se atrás de um nickname

A Mood lança-se hoje com site próprio e integra também, a partir de agora, a rede de parceiros de conteúdos do portal da Microsoft, o MSN