EDITORIAL

A felicidade é elástica, plástica, de muitas tonalidades e muda ao longo da vida.

O Dia Internacional da Mulher celebra-se a 8 de março. Como a esmagadora maioria destes ‘dias’, foi instituído para chamar a atenção para uma causa, neste caso, a igualdade de direitos deste elemento da raça humana.

O debate está lançado e foi motivo de conversa na Semana de Nova Iorque, na Semana de Moda de Londres, e é também na Semana de Moda de Milão, que hoje termina, e na Semana de Moda de Paris, que agora se segue.

Tenho na ideia que a maioria das pessoas não está ciente de que faria um grande favor a si própria se mudasse para uma alimentação com produtos de agricultura biológica, ou seja, sem quaisquer químicos adicionados e que respeitam os tempos da natureza e o bem-estar animal.

Não é apenas mais um brinquedo, uma boneca ou um catálogo de biquínis. Não. É o abrir de uma porta para a diversidade. E quem aceita a diversidade é mais tolerante. E isso é bom para o mundo.

Como já deve ter reparado, fazemos muitas entrevistas. E fazemo-lo porque gostamos de trazer a voz de quem sabe para dentro do site. Gostamos que expliquem de sua ‘viva voz’ as temáticas da sua especialidade.

Cabe a cada um encontrar o seu ponto de equilíbrio. Viver desgastado com esta realidade é que não leva a lado nenhum.

A atualidade tem sido rica em notícias de famosos, alguns ricos, que sucumbiram ou estão a lutar contra a doença. Mas o dinheiro aqui pouco interessa.

Quando vamos às compras, poucos são os produtos conotados com ‘bio’ nas prateleiras dos supermercados. Mas já os há, em hipermercados, supermercados e, claro, nas lojas da especialidade.

Fechado o ano, feitos os balanços, pedidos os desejos, está agora na hora de arregaçar as mangas.