EDITORIAL

O problema não está na carne que consumimos proveniente das vaquinhas da aldeia, mas sim na produção intensiva de vacas, frangos, salmão, abacates… que é feita a grande escala pelo planeta e que depois viaja também a grandes distâncias para todo o mundo. Omnívoros, flexivegetarianos, vegetarianos e veganos deviam preferir produção nacional, sustentável e biológica. Para assim ajudarmos realmente o ambiente.

São cada vez mais as pessoas que tomam consciência de que o modus vivendi da sociedade atual nos está a colocar um muro à frente, logo é preciso fazer diferente, é preciso cada um fazer a sua parte e deixar de agir como se todos os recursos fossem eternos e intermináveis. Não são.

A responsabilidade destes programas é das televisões que decidiram po-los no ar, em completo contraciclo com aquilo que a sociedade está a tentar almejar. As televisões continuam a ser as ‘educadoras do povo’ e têm responsabilidades, como qualquer órgão de comunicação social, seja na área de informação ou de entetenimento. E não passar programas discriminatórios é uma delas.

Não só porque há variadíssimas correntes às quais os consumidores podem aderir, como há novos alimentos a entrar na alimentação humana.

Temos dois momentos no ano em que paramos e arrancamos: no início do novo ano e no regresso ao trabalho, depois de umas longas e descansadas férias. De resto, é o lufa, lufa diário, semanal, mensal que não nos dá margem para pensar.

Metade dos plásticos são utilizados uma única vez, a água que bebemos está na sua maioria contaminada com partículas de plástico e todos os anos se produzem mais e mais toneladas destes resíduos que vão, em grande parte, parar ao mar. Temos de reverter isto.

Comer bem está na moda. E comer bem entenda-se de forma nutricionalmente rica e querendo saber a origem e processo produtivo dos alimentos. E ainda bem.

Para quem vive a experiência, ser mãe é a melhor coisa do mundo. A partir do momento em que nasce o primeiro filho, o coração deixa de nos pertencer.

Finalmente chegou a primavera. Mesmo que os dias continuem frios, o sol já começa a dar ar da sua graça, as cores começam a invadir o roupeiro, as pessoas a tomar conta das esplanadas. Vamos voltar a viver.

Quando falamos de amor, estamos a falar de química, quando falamos de nutrição, estamos a falar de química, quando falamos de stress, estamos a falar de química.