EDITORIAL

Vamos plantar? Falemos dos auxiliares!

Num espaço temporal de menos de um mês, várias iniciativas mostram que o mundo está também a evoluir no bom sentido. É necessário cuidar do planeta, para cuidarmos de todos nós. Por isso, quanto a nós, sustentabilidade é um termo que vamos ouvir falar muito neste ano. E ainda bem!
2018

Mas se estamos a falar de balanços, não deveria ser uma época para se pensar só no que faz falta, naquilo que ainda não se tem e se pretende alcançar. Também se deveria pensar no que já se tem. No que nos deixa felizes. E agradecermos, com outras tantas passas, o que temos de bom nas nossas vidas.
Foto: SandraGama/VisualHunt

Dezembro já está aí, a chuva já chegou, os cobertores já saíram do armário… está o cenário montado para vivermos a época natalícia como gostamos.
Determinação, o melhor amigo da dieta

Da próxima vez que estiver prestes a dar uma dentada num bolo de chocolate na casa da sua mãe (porque na sua não entram doces), seja rígido e mesmo fundamentalista na execução da sua dieta.
O terrorismo e a imperfeição da raça humana

Inevitavelmente, quando o ano começa a chegar ao fim, as projeções para o ano que se segue começam a tomar forma. E já há algumas bem interessantes.
Foto: Desfile Miguel Vieira

Poderíamos juntar estes dois termos em inúmeras abordagens. Mas aqui vou falar de um conceito que os une: curiosamente, a ‘unificação’. Na lógica de que cada um dos setores, unido dentro de si, internacionalmente, tem mais força.
Meditar pode ser simples

A abordagem integral, holística do ser humano permite-nos uma visão ampla da vida e de como tudo está interligado. Compreender isto é meio caminho andado para encontrar soluções que, por vezes, podem ser simples.
Consumir sódio em forma de queijo é mais benéfico

Não falo de uns países serem mais desenvolvidos do que outros. Falo da dialética constante entre o querermos avançar para a inovação e o querermos cristalizar os momentos saudosos que nos fazem sentir bem. Complicado?
Foto: Freepik

Temos dois momentos no ano em que paramos e arrancamos: no início do novo ano e no regresso ao trabalho, depois de umas longas e descansadas férias. De resto, é o lufa, lufa diário, semanal, mensal que não nos dá margem para pensar.
Um médico na cozinha…

Cruzo-me constantemente com informação, seja com base em estudos ou opiniões de especialistas, a defender cada vez mais uma alimentação natural. Isto é, consumir biológico, claro, sem químicos adicionados, e consumir o que a natureza nos dá. Não consumir o que o homem nos dá. Ou seja, processados. E isto pode ter uma escala de várias tonalidades que vai do mais tolerante ao mais extremista.