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Carreira: onde é que está a falhar?

Imagine poder aumentar a sua capacidade de concretização, receber o valor que você merece pelos seus produtos ou serviços e eliminar a frustração de trabalhar horas a fio e sentir que não tem retorno.

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Para começar, determine onde está a falhar o seu processo de ‘venda’! Quais são as primeiras palavras que lhe vêm à mente quando pensa no seu produto ou serviço? Quais são as primeiras palavras que lhe vêm à sua mente quando pensa na palavra ‘cliente’? Quais são as primeiras palavras que lhe vêm à mente quando pensa na palavra ‘vendedor’? Seja honesta!

 

Se alguma das respostas continham palavras negativas, que impacto é que acha que isso tem sobre a sua capacidade de pegar no telefone e dar seguimento a um contacto ou de negociar as suas condições salariais?

 

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Mude de paradigma e repense a sua estratégia: ‘Como posso ajudar as pessoas a melhorarem a sua qualidade de vida?’  Porque no fundo tudo gira à volta disso: os medicamentos que se vendem numa farmácia, os serviços para um casamento de sonho, ou serviços para uma empresa que ajudam a mesma a crescer e, porém, melhorar a qualidade de vida das pessoas que lá trabalham, etc.

 

Por exemplo, tive uma cliente que dá workshops e que também concebe o produto. Sente-se frustrada porque trabalha imensas horas, não tem tempo para realizar as tarefas de casa, nem para relaxar e não consegue ter o retorno que gostaria de ter. Eu sei que ela é uma pessoa cujo trabalho é reconhecido no mercado, tem de facto um talento especial e sente uma paixão muito grande pelo que faz. Mas então qual é o problema? Ser muito bom no que faz e não colocar o serviço ou produto disponível perante um grupo de pessoas que se interessam por ele não vale de nada. Neste caso, quando perguntei à minha cliente acerca da sua estratégia para oferecer os seus cursos de formação e de como o fazia, tanto na sua forma de falar, como na voz e no modo de se apresentar (linguagem não-verbal), notei o que tinha medo de ‘Vender’ os seus workshops. Dar formação é uma das coisas que maior prazer lhe dá na vida, no entanto, não se sente à vontade para falar da oferta dos serviços que tem para oferecer.

 

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É preciso mudar de paradigma! Existe sempre um grupo de pessoas a quem podemos ajudar a melhorar a qualidade de vida de alguma ou de outra forma, através do nosso produto ou serviço.

 

Quando não permitimos que elas saibam sobre nós, sobre os nossos serviços, estamos a priva-las de usufruir desse contributo que temos para dar ao mundo, do nosso dom ou ‘brilho’. E ao fazer isso estamos a desaproveitar o dom que nos foi dado.

 

As pessoas compram o que é realmente importante para elas, mesmo que não faça sentido para a maioria dos mortais: uma pessoa pode preferir, por exemplo, pagar um serviço de TV por cabo em vez de pagar por um seguro de saúde, ou não ter dinheiro para um tratamento de dentes, mas sim para remodelar a sua casa.

 

 

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