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Bullying e cyberbullyng no topo das preocupações dos pais no regresso às aulas

Com o regresso às aulas à porta, um estudo realizado na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, apurou o top 10 das preocupações que mais tiram o sono aos pais quando os seus filhos estão na escola.

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Não são só as crianças que ficam apreensivas no início de um novo ano escolar, os pais também demonstram alguma ansiedade e preocupação, sobretudo que os seus filhos sejam vítimas de bullying ou cyberbulling.

 

Estes lideram a lista de preocupações (61%) segundo um novo estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. Segue-se a preocupação com a falta de exercício (60%) e com os maus hábitos alimentares (57%).

 

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A preocupação com o uso de drogas (56%), a segurança na Internet (55%) e o abuso infantil (53%) também são bastante expressivos. Segue-se a preocupação com o suicídio infanto-juvenil (45%) e a depressão (44%). Por fim, a gravidez na adolescência e o stress, ambos com 43%, encerram o top 10 de preocupações dos pais com os filhos na escola.

 

O estudo baseia-se num inquérito nacional realizado a 2051 adultos. Diz ainda o estudo que as preocupações variam consoante a idade da criança. Por exemplo, entre os 0 e os 5 anos, o principal medo é o cancro infantil, apesar de este ser pouco frequente segundo as estatísticas.

 

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À medida que mais crianças têm acesso à Internet e às redes sociais, muitos pais também expressaram as suas preocupações sobre a segurança dos seus filhos online. Os especialistas levantaram preocupações sobre como cyberbulling pode afetar a saúde mental das crianças, levando a situações de ansiedade, depressão e mesmo suicídio. A vulnerabilidade aos predadores online também é um risco.

 

«Os pais devem discutir regularmente a segurança na Internet com os seus filhos e as formas de prevenir problemas. Estratégias eficazes simples podem incluir não fornecer informações pessoais de identificação nas redes sociais, chats ou em ambientes de jogos partilhados», recomenda Gary Freed, professor de pediatria e autor do estudo.

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