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As tendências alimentares para 2019 trazem muitas propostas alternativas

A poucos meses do fim do ano de 2018, uma consultora americana na área da hotelaria apresenta uma lista com as 10 tendências alimentares que vão marcar o ano de 2019. Carnes alternativas, insetos e bactérias funcionais são algumas das tendências alimentares que vão ganhar mais força no próximo ano.

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A Benchmark, consultora americana na área da hotelaria, apresentou 10 tendências alimentares que prometem marcar o ano de 2019 e que refletem as profundas alterações alimentares que estão a surgir na sociedade ocidental, devido ao pressuposto de que a saúde e o bem-estar passam muito pela alimentação.

 

Por isso, a partir do próximo ano, não fique admirado se entrar num restaurante e ver no menu carnes alternativas, insetos comestíveis ou bactérias funcionais, dependendo do país e da legislação alimentar em vigor, claro. A verdade é que a gastronomia está a mudar, mas para não ser apanhado desprevenido por estas mudanças, veja quais são as tendências para o próximo ano.

 

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Chás para todos os gostos – O chá está a começar a ganhar um novo espaço e daqui para a frente esqueça o ‘simples’ chá tradicional à noite e pense em consumir esta bebida saída de uma torneira como a imperial, em misturas de chás artesanais ou em encontros profissionais, como coquetéis.

 

Carne alternativa – Ainda não é possível comprar ‘Heme’ (palavra grega para sangue) mas esta é uma nova possibilidade. Mas não é a única. Hambúrguer de trigo e outros vegetais poderá fazer parte do menu. Mas se continuar a preferir a boa e velha carne, os restaurantes vão começar a servir novos cortes, como é o caso do ombro, do calcanhar ou da parte de baixo do lombo, conhecida como carne flap.

 

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Bactérias funcionais – O ‘kombucha’ (chá fermentado) é uma boa bactéria intestinal e esta pode ser ingerida de várias formas. O objetivo destas bactérias funcionais é consumir o alimento o menos processado possível.

 

Insetos comestíveis – Com o custo dos alimentos a subir, os chefs vão começar a olhar cada vez mais para os insetos. Estes são mais baratos para criar, existem em grandes quantidades e têm um baixo teor de gordura.

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