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As mulheres traídas são as verdadeiras vencedoras da história

A traição não é 'pera doce'. O luto pós-relação é demorado e difícil de digerir, mas depois da tempestade vem a bonança e este estudo comprava isso mesmo.

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De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Binghamton, Estados Unidos, as mulheres que perdem o seu companheiro infiel para outra mulher ficam a ‘ganhar’ a longo prazo.

 

«A nossa teoria é que a mulher que ‘perde’ o seu companheiro para outra mulher vai passar por um período de luto pós-relacionamento e traição, mas sai da experiência com uma maior inteligência de acoplamento, que lhe permite detetar sinais em futuros companheiros que podem indicar o pouco valor do mesmo. Assim, a longo prazo, ela ‘ganha’», disse Craig Morris, investigador associada da Universidade de Binghamton à ‘Sciende Daily’. ‘A ‘outra mulher’, por outro lado, está agora num relacionamento com um parceiro que tem um histórico comprovado de deceção e, provavelmente, de infidelidade. Assim, a longo prazo ‘perde’».

 

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As investigações acerca dos efeitos de perda de um companheiro têm-se concentrado nas consequências de uma separação a curto prazo, tais como problemas emocionais, mas os efeitos a longo prazo não têm sido explorados.

 

Os investigadores deste estudo realizaram um teste online anónimo a 5.705 participantes de 96 país, para determinar quais as possíveis consequências do fim de uma relação devido a uma traição, com o acréscimo de terem visões interculturais e de faixas etárias diferentes.

 

As conclusões mostraram que existem consequências no sexo feminino que podem tanto ser evolutivamente adaptáveis como benéficas em termos de crescimento pessoal. Esta investigação destaca as várias formas em que os seres humanos – mulheres, em particular – se adaptam ao fim de um relacionamento.

 

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«Se nós evoluímos para procurar e manter relacionamentos, então parece lógico que se desenvolvam mecanismos e respostas à rescisão do relacionamento como mais de 85% das pessoas experimentam, pelo menos, uma vez na vida», elucida Morris à ‘Science Daily’.

 

O que podem as mulheres aprender com este tipo de experiência? Segundo Morris, podem consciencializar-se de que não estão sozinhas e que praticamente todas as pessoas passam por isto e que não há problema algum em procurar ajuda.

 

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