Home»ATUALIDADE»NOTÍCIAS»Vida sexual: quase metade dos portugueses confessa que poderia estar mais satisfeito

Vida sexual: quase metade dos portugueses confessa que poderia estar mais satisfeito

Estudo promovido pela ohlala.sex, loja online de produtos de satisfação pessoal, revela como os portugueses são na intimidade. «Estão mais saídos da casca, mas ainda há um caminho a percorrer comparativamente a outros países», revela João Marques, responsável da marca.

Pinterest Google+
PUB

O sexo é muito importante para os portugueses, mas quase metade (43%) confessa que poderia estar mais satisfeito com a sua vida sexual. Ou seja, apenas 57% dos portugueses diz estar muito satisfeito com a sua vida íntima.

 

Além disso, os portugueses estão mais atrevidos a nível sexual, mas ainda há um caminho a percorrer comparativamente a outros países. O mesmo caminho necessário para revelarem as suas fantasias sexuais. Estes são alguns dados de um novo estudo promovido pela ohlala.sex, loja online de produtos de satisfação pessoal, que revela como são os portugueses na intimidade. Por outro lado, revela o estudo, as mulheres portuguesas estão mais bem resolvidas com a sua sexualidade do que os homens.

 

Veja também: Dicas de sexo para pessoas ocupadas

 

«Os portugueses estão mais saídos da casca, mas ainda há um caminho para percorrer comparativamente a outros países.  Temos 32% que consideram os produtos eróticos muito importantes para o aumento do prazer – o que cruza com os mais de 30% que referem considerar vir a usar algum tipo de produto de satisfação sexual mais ousado, nomeadamente vibradores e massajadores – e apenas 23% que não os considera de todo, ou seja, temos aqui 40% que estão indecisos», revela João Marques, responsável da marca, em entrevista à MOOD.

 

Das conclusões, destaque para o facto de os portugueses, ainda que tenham evoluído, continuarem a ser pessoas com preocupações morais de acordo com 75% dos inquiridos. Porém, 71% se mostrar aberto a experimentar coisas novas, o que revela que é preciso apimentar mais as relações. No que toca aos aspetos da vida social o sexo é definitivamente importante para 72% dos portugueses inquiridos.

 

Veja também: Sexo: os segredos das estrelas

 

No que toca a artefactos para melhorar a vida sexual, temos 25% que recorre à literatura erótica; e 27% que prefere roupas diferentes, óleos e lubrificantes. 36% admite masturbar-se, mas apenas 15% utiliza produtos eróticos (dildos e estimulantes) para ter mais prazer. A relação conjugal dos portugueses está muito bem para 62% dos inquiridos, mas a avaliação da sua vida sexual atual não segue a mesma tendência e apresenta um decréscimo de 5% (57%).  As relações dos portugueses são caracterizadas como maioritariamente sérias: 38% nunca teve uma relação casual e 37% teve maioritariamente relações sérias.

 

As mulheres destacam-se por nunca terem tido uma relação casual, indicam ter traído menos e concordam mais com a ideia de que sexo só com amor. Já os homens dizem que sexo é essencial para uma vida feliz, admitem mais masturbarem-se, gostam mais de ver filmes eróticos a dois e utilizam mais produtos eróticos. Imaginam-se a usar a internet para conhecer pessoas novas, tiveram mais relações casuais e são quem mais trai numa relação.

 

Veja também: Segredos para alcançar o orgasmo

 

Na orientação sexual, são os homossexuais/bissexuais que mais valorizam o sexo para uma vida feliz e fazem mais uso, de uma forma geral, dos produtos eróticos. Quando avaliamos a importância dos produtos eróticos para o aumento do prazer, 37% dos inquiridos consideram que são importantes/muito importantes, e apenas (23%) não os considera importantes. A compra deste tipo de produtos acontece maioritariamente online (39%), em farmácias (33%), em sexshops (27%) e canais de venda direta (20%). O anonimato do utilizador (32%), a entrega discreta em casa/escritório (30%) são os aspetos que mais aumentariam a compra deste tipo de produtos, seguido de ofertas e mimos para clientes frequentes (29%) e a facilidade de compra online (27%).

 

Este estudo quantitativo foi efetuado num universo de indivíduos de ambos os sexos, com 18 ou mais anos, e residentes em Portugal Continental. A amostragem não probabilística por quotas por região, com 333 entrevistas realizadas através de questionário online constituído por perguntas fechadas e abertas.  A margem de erro máxima para o total das 333, para um grau de confiança a 95%.

 

Artigo anterior

João Marques: «Os portugueses estão mais atrevidos a nível sexual, mas ainda há um caminho a percorrer»

Próximo artigo

Lisboa é o município mais procurado do país para viver, visitar e investir