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Amores quentes: mito ou realidade?

É nos meses quentes que muitas vezes chegam novas paixões. Mas será que este tipo de amor existe mesmo? A psicóloga Catarina Lucas explica como vários fatores convergem para esta realidade.

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Com o calor surge o despertar do amor. As relações apaixonadas ganham novo alento quando o sol desponta e há vários fatores que o podem explicar. Comecemos pelos fatores sócio emocionais.

 

1 – Estamos mais recetivos à saída com amigos: seja para tomar um café numa esplanada ou para ir a uma das muitas festas que ocorrem nesta altura. A verdade é que nos sentimos com mais vontade para sair de casa e, consequentemente conhecer pessoas;

 

2 – Estamos de férias: as férias trazem-nos momentos de relaxamento e descontração, fazendo com que o nosso foco deixe de estar no trabalho e na rotina e passe a estar mais desperto para outras coisas e outras pessoas;

 

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3 – Mais álcool: as festas e saídas noturnas favorecem o consumo de álcool, o que por vezes serve como desinibidor e faz com que as pessoas se aproximem;

 

4 – A cultura musical também influencia: parecem existir várias músicas alusivas ao amor de verão e à maior predisposição das pessoas para os relacionamentos amorosos e, se tivermos em conta que a música influencia a vida das pessoas, poderemos ter mais um fator.

 

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Se a estes fatores juntarmos os estudos demográficos, a teoria parece ganhar ainda mais força.

 

5 – Os meses quentes parecem influenciar a fertilidade: alguns estudos estatísticos em países distintos indicam que nascem mais bebés 9 meses após as estações de primavera e verão.

 

Será que isto significa que as pessoas “namoram” mais nestes meses do ano e possuem um maior envolvimento sexual? A verdade é os estudos demográficos apontam para isso mesmo. Há uma concentração de nascimentos em determinados períodos do ano e isto parece repetir-se ao longo dos anos. Um número considerável de crianças nasce no final do inverno, o que parece ser resultado de um maior envolvimento nos meses quentes.

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