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Alimentos do mar ajudam casais a engravidar mais depressa

Um novo estudo da Universidade de Harvard vem recomendar às mulheres que querem engravidar consumir alimentos provenientes do mar, duas ou mais vezes por semana. O benefício pode estar em conseguir engravidar no espaço de um ano.

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Os casais que consomem mais alimentos provenientes do mar tendem a ter relações sexuais mais frequentes e engravidar mais rapidamente do que os casais cuja dieta não inclua estes produtos. Esta é a conclusão do mais recente estudo realizado pela Universidade de Harvard, EUA, e publicado no Jornal de Endocrinologia Clínica e Metabolismo da Sociedade Endócrina, uma organização com membros da área médica de 122 países.

 

Os alimentos do mar são uma importante fonte de proteína e outros nutrientes para as mulheres que estão a tentar engravidar. Contudo, o mercúrio presente nesses alimentos faz com que algumas evitem comer peixe durante o período em que tentam engravidar. No entanto, de acordo com a Agência de Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) e da Agência de Proteção Ambiental dos EUA, 90 por cento do peixe comercializado tem baixos níveis de mercúrio, sendo por isso seguro para ser consumido.

 

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De acordo com a Sociedade Endócrina, apesar de ser recomendado a estas mulheres incluírem duas ou três refeições de peixe por semana, metade consome muito menos do que o montante aconselhável.

 

«O estudo sugere que consumir alimentos vindos do mar mais do que duas vezes por semana pode ter inúmeros benefícios reprodutivos, incluindo uma atividade sexual mais frequente e um menor tempo de espera entre ‘o processo de tentativa’ e a gravidez», explica uma das autoras do estudo, Audrey Gaskins, da Escola Pública de Saúde da Universidade de Harvard.

 

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Os cientistas descobriram que 92% dos casais que incorporavam alimentos como peixe e frutos do mar na sua dieta, e os consumiam duas ou mais vezes por semana, engravidavam no espaço de um ano. Por outro lado, apenas 79% dos casais que ingeriam estes alimentos em menor quantidade conseguiu engravidar ao fim de um ano. No entanto, e segundo Audrey Gaskins, para um maior sucesso na tentativa de engravidar, há ainda outros fatores incluídos na equação e a ter em conta, como a qualidade do sémen, da ovulação e, até mesmo, a qualidade do embrião.

 

Para a realização do estudo ‘Ingestão de alimentos do mar, atividade sexual e gravidez’, os investigadores da Universidade de Harvard seguiram 500 casais do Michigan e Texas, dois estados dos EUA, durante um ano. Para que fosse possível chegar a uma conclusão, os participantes registavam, diariamente, as suas refeições e a atividade sexual num diário. Veja na galeria acima algumas dicas para engravidar.

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