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Alimento é vida – letra I

Com o aproximar da primavera e dos problemas respiratórios subjacentes, é de vital importância que nesta fase cada pessoa busque por uma alimentação adequada e personalizada ao seu biorritmo individual.

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Estamos no fim do inverno e chega o tempo de uma das quatro estações mais bonitas, a primavera. É tipicamente conhecida como a estação do reflorescimento da flora terrestre.  A presença do pólen das flores e frutos, associada às variantes térmicas, pode desenvolver ou agravar problemas respiratórios, como a asma, renites, sinusites, alergias tópicas e por vezes gripes e bronquites mais prolongadas.

 

Por isso, é de vital importância que nesta fase cada pessoa busque por uma alimentação adequada e personalizada ao seu biorritmo individual, isso fará toda a diferença. Com um dos cuidados preventivos e de manutenção da saúde respiratória, poderá fazer uma sauna facial húmida com infusão de ipê roxo, 1 gota de óleo essencial de hortelã ou de eucalipto.

 

Deve ainda ter cuidado em não se sentar em locais que fiquem próximo de árvores e plantas que soltem muito pólen. Fazer recurso de um suplemento de equinácea e própolis, durante esta fase primaveril, é também de considerar.

 

Alimentos letra I – Inhame

Inhame – este alimento de excelência, com um passado histórico que vem desde há 50 mil anos A.C. e que ainda se mantém nos dias de hoje como um dos alimentos mais populares e nutritivos em quase todo o mundo.

 

É um alimento muito nutritivo e completo, sobretudo na prevenção do cancro, na saúde da visão, do sistema imunológico, do coração, da circulação sanguínea, na boa formação óssea, melhora o sistema nervoso central, auxilia a saúde da pele, combate o aumento da glicose e controla o ganho de peso, porque contribui para a boa função do intestino.

 

Este tubérculo, chamado nos Açores de Inhame ou “côco” ou inhame dos Açores, é uma planta muito cultivada em África, América latina, Ásia e Oceânia, onde é chamada vulgarmente de “macaxeira”, e onde desempenha um papel muito importante na alimentação destas regiões.

 

Numa das cartas de Pedro Vaz de Caminha sobre os descobrimentos do Brasil, ele faz um relato muito minucioso sobre o uso e consumo na tradição alimentar dos nativos, usando este tubérculo com o nome de inhame ou mandioca, que são uma espécie de batatas comestíveis cozinhadas de modo semelhante à nossa batata branca ou batata doce.

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