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Alimentação do bebé: as primeiras dúvidas

O tipo e a forma de alimentar o bebé (lactente) é uma das muitas dúvidas e preocupações dos pais, assim que o bebé nasce, principalmente se este for o primeiro filho.

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Nestas situações é muito comum aparecerem várias questões sobre os tipos de leite a dar, aos quantos meses devem ser introduzidos os alimentos, que tipo de alimentos, se o bebé os vai tolerar ou não, etc. Esta informação tem como objetivo desmistificar e tirar algumas dúvidas aos pais.

 

Vantagens do leite materno

Nenhum profissional de saúde tem dúvidas de que a melhor e mais natural alimentação do recém-nascido deve ser composta exclusivamente pelo leite materno, salvo raras exceções, é claro! Desde que não haja inconvenientes, o bebé deve ser amamentado pela mãe durante os seus primeiros seis meses de vida. A OMS e a UNICEF recomendam que o aleitamento materno seja mantido de uma forma integral até aos 6 meses de vida, e após essa altura, seja parte da diversificação alimentar até aos 2 anos de vida.

 

Infelizmente, esta situação cada vez mais torna-se rara nos nossos dias. Por exemplo, os países ocidentais, ditos mais desenvolvidos, ainda consideram mais “moderno/atual” a utilização do biberão. Trata-se muitas vezes de uma desculpa que só se deveria aceitar e ser posta em prática, no caso de a mãe (lactante) não ter leite suficiente para alimentar o bebé.

 

A amamentação, apesar de se um ato inato, precisa de ser aprendido. Nada como uma boa dose de sacrifício, insistência e motivação para que todo o processo corra da melhor forma possível, sem a introdução do biberão, o “frasquinho salvador” como é considerado por muitos.

 

As vantagens do aleitamento materno são realmente indiscutíveis, incluem um conjunto de benefícios psicológicos, nutricionais, imunológicos e fisiológicos tanto para o bebé quanto para a mãe, como também alguns benefícios económicos.

 

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Quando não há leite

O maior obstáculo para uma alimentação normal costuma ser a falta de leite. Os obstetras e os pediatras conhecem perfeitamente este fenómeno, mas afirmam que muitas mães sofrem sem necessidade. Ou seja, vivem angustiadas por suporem que não têm leite suficiente, quando na realidade podiam amamentar outra criança ao mesmo tempo.

 

No caso daquelas mulheres que têm pouco leite, deve ter-se em conta o tempo que estão a dar de mamar, porque é importante ter noção de que é o reflexo de sucção que o bebé exerce na mama que regula a quantidade de leite produzido. É frequente este ser o motivo para retirar o peito, porque é pouco leite e costuma ser de “má qualidade”. Mas a verdade é que o pior leite materno consegue ser melhor do que o leite de vaca, desde que a mãe tenha uma alimentação equilibrada e adequada à sua condição física. E mais, também tem a vantagem sobre qualquer alimentação artificial, uma vez que esta se encontra em melhores condições higieno-sanitárias.

 

Se mãe não tem capacidade de produzir leite, então recorre-se à alimentação artificial, com recurso às várias fórmulas de leites existentes no mercado.

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