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Algarve: caminhadas, cicloturismo e gastronomia são a nova aposta da região

Depois de bater todos os recordes de crescimento por cinco anos consecutivos, a principal região de turismo de Portugal quer agora combater a sazonalidade e criar atrativos para o ano inteiro. Porque o Algarve é muito mais do que praias.

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E porque de pequenino é que se criam hábitos de vida saudáveis, está a ser trabalhado um guia de natureza júnior, com sugestões de percursos e atividades ligadas à natureza para crianças dos seis aos 10 anos.

 

Já o projeto Algarve Cooking Vacations quer aumentar a oferta de férias com vertente culinária. O objetivo é criar com os atores da região rotas turísticas e programas de aprendizagem da culinária endógena, agregando também a área de vinhos para uma exploração gastronómica completa.

 

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A estratégia passa, assim, por diversificar a oferta, continuando também a apostar no turismo de golfe, no hipismo e, claro, na oferta tradicional de veraneio. Porém, a região quer também posicionar-se como recetora de turismo acessível, criando condições para receber pessoas com deficiência e dificuldades de mobilidade. «É preciso construir e ter hotéis, transportes e necessidades básicas», referiu Desidério Silva, lembrando que «não podemos perder o comboio», com outros mercados a quererem recuperar o seu turismo, como o Egito e a Tunísia.

 

Quanto a números, foram apresentadas as taxas de crescimento entre 2012 e 2017. As dormidas oficiais aumentaram 33% e os proveitos 76%. Já as dormidas na época baixa aumentaram 45%. Em 2017, passaram pelo Algarve 15 milhões de estrangeiros e quatro milhões de portugueses. A liderar a lista continua o Reino Unido, com 65,2% dos turistas. A Holanda e a Alemanha são outros mercados que continuam a visitar muito o Algarve.

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