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Aldeias Históricas de Portugal vão ser mais acessíveis e inclusivas

O projeto “Aldeias Históricas de Portugal All For All” pressupõe um investimento de 1,06 milhões de euros para melhorar a acessibilidade geral das aldeias e torná-las mais inclusivas, para pessoas com mobilidade condicionada e invisuais. Respeitando as idiossincrasias de cada aldeia, o objetivo é melhorar as condições físicas de circulação e criar formas alternativas para dar a conhecer monumentos e pontos de interesse destes lugares.

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Chama-se “Aldeias Históricas de Portugal All For All” e é um novo programa que visa melhorar a acessibilidade geral destas aldeias e torná-las mais inclusivas, para pessoas com mobilidade condicionada e invisuais.

 

Um programa que pressupõe um investimento de 1,06 milhões de euros e é mais um importante passo para o desenvolvimento estratégico das doze Aldeias Históricas de Portugal (conheça-as na galeria acima). O investimento é feito ao abrigo da Linha de Apoio ao Turismo Acessível.

 

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A secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, presidiu, no dia 15 de novembro, à assinatura do projeto. A cerimónia decorreu no âmbito da cimeira “International Summit: Cultural Sustainable Destinations without Borders”, que está a ter como palco a Sé Catedral de Idanha-a-Velha.

 

Respeitando as idiossincrasias de cada aldeia, o objetivo é, por um lado, a melhoria das condições físicas de circulação nas aldeias históricas, e por outro, a criação de formas alternativas para dar a conhecer monumentos e pontos de interesse destes lugares, a pessoas com mobilidade condicionada ou invisuais – por exemplo, através da implementação de painéis multimédia, com visitas virtuais e informação em braille. Veja abaixo um vídeo sobre as Aldeias Históricas de Portugal.

 

Sobre o projeto, Ana Mendes Godinho comentou que «mostra que as Aldeias Históricas de Portugal estão muito à frente em relação ao resto do país. De facto, têm tido cada vez mais a capacidade de inovar para quem as quer visitar, e oferecer experiências únicas e autênticas».

 

A assinatura do contrato foi um dos momentos altos do dia de abertura da “International Summit: Cultural Sustainable Destinations without Borders”. Uma inédita cimeira promovida pela Associação Aldeias Históricas de Portugal, que tem como objetivo sensibilizar para a necessidade de uma política comum, à escala global, direcionada para áreas geográficas alternativas aos destinos de massas. Uma iniciativa onde também se debate a classificação deste tipo de destinos e o conceito que os abrange – “Destinos Turísticos Alternativos”.

 

 

 

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