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A vida sexual é sua… as decisões também

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Iniciamos hoje um ciclo de artigos sobre as dez dicas principais para um sexo gourmet.

 

DICA 1 – Faça apenas o que quer, quando quer, e com quem quer

Uma sexualidade que seja nutridora é fonte de inspiração e sinonimo de qualidade de vida.

 

Para sentir prazer numa atividade, é indispensável tê-la feito de livre vontade e não por obrigação. Quem não passou já pela situação de ter uma imensa dificuldade em levantar-se de manha durante a semana, e ao fim de semana, só porque vai passear, acorda cedo e sem dificuldade nenhuma?

 

Para sentir entusiasmo e motivação, ao fazer algo, é importante saber que quem está ao nosso lado partilha do mesmo interesse, naquele momento concreto. Quem não passou já pela situação de visitar um local magnífico e a sua companhia não parar de lhe perguntar quando a visita acaba?

 

Para sentir entrega e rendição é aconselhável deixar fluir o que sente no momento, dando largas aos seus desejos sem que se sinta ao “serviço” de outrem. Quem não passou já pela situação de estar tão focado nos desejos e necessidade das outras pessoas que já nem reconhece os seus próprios gostos e preferências?

 

Tomar as rédeas da sua própria vida é uma prioridade não só na vida sexual como na sua vida em geral. Para o bem e para o mal temos de chamar a nós a responsabilidade das nossas vidas. Muitas vezes entregamos aos outros as decisões, pois temos medo das consequências e sempre é mais fácil dizer que a culpa é dos outros caso alguma coisa corra menos bem.

 

Nem sempre o hábito de não tomar decisões é um sinal de incapacidade. Muitas vezes, essa atitude demonstra que estamos num confortável papel de vítima. Neste contexto, vítima é sinónimo de submissão, de alguém que se demite do seu poder pessoal. Ser vítima protege-nos das consequências dos nossos atos, ser vítima liberta-nos da culpa das nossas decisões, ser vítima coloca-nos numa espécie de imunidade face à avaliação das nossas capacidades, pois assim não corremos o risco de nos dececionarmos connosco próprios. Em suma, o papel de vítima transporta-nos para um local confortável em que não temos de nos confrontar connosco e com o que somos, apenas reagimos ou respondemos àquilo que os outros querem ou decidiram para e por nós.

 

 

Saber o que se quer é um desafio bem mais complexo e que está na origem das nossas decisões. Antes de mais preciso saber: O que me move? O que me faz feliz? O que me faz vibrar? Há quanto tempo não se questiona sobre estas coisas? Se na sua vida sexual incluir as respostas a estas perguntas terá então meio caminho andado para um sexo gormet.

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