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A portuguesa infiel tem em média 30 anos e sente-se negligenciada pelo parceiro

Qual o perfil da mulher portuguesa que trai? Foi o que quis saber o site de relacionamentos extraconjugais AshleyMadison.com, que conta já com 100 mil utilizadores nacionais registados.

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Há cada vez mais quem defenda que as mulheres traem tanto como os homens e a adesão em massa do sexo feminino a sites de relacionamentos extraconjugais comprova-o. O AshleyMadison.com apurou que, dos seus 100 mil utilizadores portugueses registados, 29% são do sexo feminino, têm em média 30 anos, e sentem-se negligenciadas pelo parceiro.

«O aumento da escolaridade, da independência financeira e o acesso a melhores cargos de trabalho proporcionam às mulheres a estabilidade de que necessitam para procurar satisfação sexual, mesmo que seja num relacionamento extraconjugal», afirma Noel Biderman, CEO e fundador do AshleyMadison.com, em vésperas do Dia Internacional da Mulher.

Em Portugal, 29% dos utilizadores inscritos no maior site de relacionamentos extraconjugais do mundo são mulheres, que veem na traição uma forma de fugir à monotonia da relação. «As mulheres casadas procuram um “affair” aos 34/35 anos, com sete a 10 anos de casamento. Sentem-se negligenciadas pelo marido e procuram um caso extraconjugal com o intuito de receberem atenção», explica Biderman.

Mas há um segundo perfil, cada vez mais em destaque no site: mulheres casadas que procuram homens solteiros, mais novos e fisicamente atraentes. «Elas querem atenção e os homens casados não têm tempo, porque têm filhos e empregos. Querem alguém disponível», prossegue o CEO.

Num universo total de 31 milhões de utilizadores anónimos inscritos neste site, em 46 países, o sexo masculino continua a liderar, mas a disparidade entre homens e mulheres é cada vez menos vincada, provando que até no campo da infidelidade os comportamentos se assemelham.

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