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A mulher é como um cliente – tem sempre razão

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Foi exatamente hoje de manhã que tive acesso a uma excelente máxima, que fiz questão de partilhar com os demais, que aturam todo um rol de observações e desabafos desta pessoa. “Arguing with a woman is like reading the Software Licence Agreement. In the end, you ignore everything and click I agree”. Basicamente significa que aquele que discute com o sexo feminino, mais concretamente com a companheira, namorada, esposa ou derivados só tem duas hipóteses: admitir que ela está certa, ou admitir que está errado.

 

Em minha defesa, e porque quando o dia me corre bem, sou uma pessoa extremamente compreensiva, tenho de afirmar que esta mesma observação tinha sido partilhada por um sábio amigo meu. Não sei se é por este trabalhar em informática, se por ter uma paciência de santo e ser realmente um homem inteligente, conseguiu entender rapidamente a mensagem, e com a sua ampla sabedoria e anos de experiência, e direi eu até muito jeito para lidar com o sexo feminino, não se escusou de a defender.

 

Após ler esta frase, em que uma alma expedita nos comparou a regras de utilização de software, acrescento que podiam ser também as letras miudinhas, quando assinamos um contrato de crédito. É um risco assinar sem ler, mas quase toda a gente o faz – porque dá muito trabalho atender aos pormenores- mas quando se assina, difícil será voltar atrás.

 

Sou apologista do “está dito está dito”, e depois nos contos infantis lembro-me sempre de uma história (acho que era aquela em que o sapateiro vendia a filha ao rei, prometendo-lhe que esta transformaria palha em ouro), o rei enchia o peito a plenos pulmões e dizia “palavra de rei não volta atrás”. Na verdade não voltava mesmo, apesar de ser um chulo e obrigar a rapariga a trabalhar dia e noite, para transformar fardos de palha no vil metal dourado- sempre ouvi dizer que os gajos ricos são os mais fuinhas.

 

Não fosse um duende matreiro, esta tinha acabado com a cabeça no cepo, contudo também este não era grande espingarda, mas pelo menos ajudou no processo. Foi uma espécie de one night stand, com direito a gravidez na qual era ele que queria ficar com o puto.

 

Face a todas estas evidências, e tomando em conta que os homens não gostam de ser tomados por aldrabões, defendo que, para um bom entendimento e funcionamento conjugal, tendo em conta as oscilações hormonais do sexo feminino, é importante que se informem mesmo muito bem sobre o equipamento que vão utilizar, porque, a partir do momento em que não cumprem o que prometeram, mais facilmente acabam cozidos e assados no caldeirão – qual João Ratão Guloso- e depois não há bimba que vos valha.

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