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A honestidade: ainda existe nos nossos dias?

Hoje em dia, ser-se honesto é algo raro. Uma virtude, uma qualidade em extinção, num mundo saturado de egocentrismos, mentiras e onde “vale tudo”, especialmente no meio laboral.

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“A honestidade é a linguagem do respeito e o rosto da transparência”

Está a ler esta frase e a pensar “…era bom era…”. Hoje em dia, ser-se honesto é algo raro. Uma virtude, uma qualidade em extinção, num mundo saturado de egocentrismos, mentiras e onde “vale tudo”, especialmente no meio laboral.

 

E às vezes sem nos darmos conta, mesmo considerando-nos pessoas honestas, deixamo-nos levar pela desonestidade circundante. Sim, o ser humano é uma esponja, absorve tudo, incluindo o mau.

 

No mundo laboral, todos querem “brilhar” e ter prestígio, ser Head, CFO, CEO, Team Leader, patrão, boss, chefe de qualquer coisa, ainda que para tal “pisemos” os outros e esqueçamos uma das virtudes mais importantes do ser humano, a Honestidade. Inventa-se, mente-se, engana-se e mascaram-se factos com a maior das facilidades.

 

Hoje em dia, até se diz “O Mundo é dos Espertos”. Então, ser Desonesto é a nova versão de Honesto? Não continua a ser o Oposto? Parece, e repito, parece, que num mundo como aquele em que vivemos precisamos crescer como pessoas e sobretudo como profissionais através de “jigajogas”.

 

O que é para si a honestidade?

O dicionário da “língua de Camões” define esta virtude deste modo:

Honestidade

Sílabas: ho.nes.ti.da.de

Fonética: unəʃtiˈdad(ə)

Nome: feminino

Definições:

1.qualidade do que age com retidão, de acordo com a verdade, seriedade,  probidade.

2.característica daquele que é sincero, e em quem se pode confiar, lealdade.

3.em português menos “moderno”:  decoro,  compostura,  recato,  modéstia.

 

Consegue rever-se nesta descrição?

Se se revê, então parabéns, estime essa qualidade, essa virtude. É verdade que à nossa volta vemos casos de sucesso, mas sobretudo de pessoas que foram em alguma parte desse processo desonestas. Cresceram, sim, não por meritocracia, mas por falta de honestidade, pelo “factor C”, porque alguém os “levou ao colo”.

 

Atenção! Não é errado que alguém acredite em nós e nos ajude a crescer. Aliás, nós precisamos dessas bengalas, desses suportes, dessas mãos e desses braços, mas aqui estamos a falar de honestidade. Viu o seu colega, o seu chefe, aquele “famoso” chegar lá “em cima” e vocês ficou “cá em baixo”, quando se calhar até merecia “estar lá em cima”?

 

Sem problemas. “Por morrer uma andorinha, não acaba a primavera”. Se você não “chegou lá”, mas foi honesto em todo a sua caminhada, orgulhe-se do seu profissionalismo e dos seus valores morais. Por isso “chegou lá “.

 

Ser honesto consigo mesmo e com os outros é um tesouro valiosíssimo. Preze-o. Lembre-se “A honestidade é a linguagem do respeito e o rosto da transparência”

 

 

 

 

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