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A fórmula para viver até aos 100 anos

Não fumar, fazer exercício, comer de forma saudável, reduzir o stress... e a lista continua. E se aplicar todas estas premissas, será que consegue uma vida longa e feliz? Fomos à procura de respostas com base científica.

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Cirurgias plásticas à parte, que essas sim retardam (ou disfarçam) o envelhecimento, será que existem métodos realmente eficazes para chegar bem aos 100 anos? Ou ficar lá perto, pelo menos? Hoje em dia, temos muita informação à nossa disposição e sabemos bem o que nos faz bem e o que nos faz mal. E se juntassemos todas essas premissas de vida saudável e as aplicassemos em conjunto ao longo da nossa vida, será que viveríamos ate aos 100 anos? Não temos ‘tempo’ de verificar essa hipótese, neste artigo. Mas diríamos que aumentaria as chances de viver uma vida longa e saudável.

 

Não fumar, fazer exercício, comer de forma saudável, comer superalimentos, reduzir o consumo de  carne, cortar no açúcar, reduzir o stress, viver alegre, conviver com a família e amigos, ter uma relação amorosa saudável, apanhar sol q.b., beber água alcalina, viajar… tudo isto, supostamente, dá anos de vida às pessoas. São várias as teorias que corroboram esta possibilidade, mas nem todas apresentam uma base científica. Mas nós fomos à procura de algumas.

 

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Bem, relativamente à atividade física, os seus benefícios para a saúde são inegáveis. E há inclusive um estudo que suporta a ideia de que o exercício promove uma vida mais longa. Ao que parece, as mulheres idosas que se sentam por mais de 10 horas por dia, com baixa atividade física, apresentam células biologicamente mais velhas (oito anos) em comparação com mulheres idosas menos sedentárias, de acordo com um estudo da Universidade da Califórnia, EUA.

 

Além disso, um artigo publicado no jornal da Associação Médica Americana, ‘JAMA Internal Medicine’, sugere que os ‘desportistas de fim de semana’ que realizam a quantidade recomendada de 150 minutos moderados ou 75 minutos de atividade vigorosa, uma ou duas vezes por semana, apresentam menores riscos de morte em comparação com adultos inativos. Se ao sedentarismo acrescentarmos fatores como a obesidade e o tabagismo, estes podem acelerar o processo de envelhecimento.

 

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Em 2015, a Organização Mundial de Saúde (OMS) determinou que o consumo de carnes processadas (carne transformada através de salga, cura, fermentação, fumo, ou outros processos para melhorar o sabor ou melhorar a preservação) como cachorro-quente, presunto e salsichas «são provavelmente carcinogénicas», lê-se no site oficial das Nações Unidas. Muitos estudos têm saído sobre a necessidade reduzir o consumo de proteína animal e substitui-las por proteína vegetal.  Uma taça de lentilhas ou de quinoa pode ter o mesmo efeito proteico do que uma bola de carne, com a vantagem de ajudar a prolongar a esperança de vida, segundo um estudo publicado no ano passado.

 

Ainda no campo da alimentação, está finalmente cientificamente provado, após muitas discórdias, que a restrição calórica ajuda realmente os macacos rhesus a terem vidas mais longas e saudáveis, segundo as conclusões resultantes de uma colaboração entre a Universidade de Wisconsin-Madison e o Instituto sobre o Envelhecimento, EUA. Resultados estes que os investigadores garantem que se podem transpor para a realidade humana.

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