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A ciência garante que este truque de memória resulta

O cérebro é provavelmente o órgão mais complicado do corpo humano e o computador mais rápido que alguma vez existiu. No entanto, tem uma lacuna: o seu sistema de armazenamento não é assim tão bom.

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Um estudo, liderado pelo psicólogo Jeffrey Wammes, publicado no ‘Journal of Experimental Psychology’, sugere que a melhor estratégia para melhorar a memória é desenhar.

 

Em 1973, um grupo de investigadores estudou a vantagem, no que concerne ao aumento da memória, de combinar duas ações – a de pensar num objeto ou atividade e fazer um desenho. A pesquisa demonstrou que a estratégia funciona, mas os estudos foram escassos e apresentaram algumas falhas na medida em que demora mais tempo a desenhar do que a tirar uma fotografia ou a escrever a palavra, até mesmo numa caligrafia mais elaborada.

 

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A fim de trazer à superfície estas e outras variáveis, o grupo, liderado por Wammes, recrutou grupos de amostras de estudantes e executou sete ensaios diferentes. Em todos os ensaios, os cientistas começaram com uma lista de 80 palavras simples (substantivos) e tudo fácil de desenhar como, por exemplo, uma balão um garfo, um sapato, etc. Uma séria aleatóia de 30 dessas palavras foram mostradas num ecrã, com instruções tanto para desenhar o objeto como para anotar o seu nome. Após as 30 palavras, realizou-se a tarefa de ouvir uma séries de sons e identificar cada um como baixo, alto ou médio agudo. Esta tarefa nada tinha que ver com o estudo, exceto o facto de manter as mentes dos participantes dispersas daquilo que tinham acabado de fazer, de modo a que as memórias consolidassem ou desaparecessem.

 

Por fim, os estudantes escreverem uma lista de todos os objetos de que se lembravam relativamente ao primeiro teste.

 

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