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A cafeína pode não acelerar o ritmo cardíaco

Estudo sugere que os médicos devem reconsiderar as recomendações feitas acerca do café.

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Contrariamente à crença de longa data de que a cafeína pode causar palpitações cardíacas, que, por sua vez, podem levar à insuficiência cardíaca, uma pesquisa revelada pelo ‘Jornal da Associação Americana do Coração’ sugere que esta alegação está efetivamente errada.

 

Um grupo de investigadores entrevistou 1.388 pessoas com uma idade média de 72 anos, acerca do seu consumo de cafeína, relata a ‘NBC News’. Cerca de 61% dos participantes disseram que consumiam café, chá ou chocolate diariamente.

 

Após a observação das contrações artrriais prematuras no coração, os cientistas concluíram que não havia ligação entre o consumo de cafeína e palpitações do coração, vibrações ou outros padrões de batimento cardíaco irregular, mesmo entre aqueles que consumiam uma grande quantidade de cafeína por dia.

 

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«As recomendações clínicas que aconselham contra o consumo regular de produtos com cafeína para evitar distúrbios do ritmo cardíaco do coração deviam ser reconsideradas, pois podemos estar a desencorajar o consumo de alimentos como chocolate, café e chá, que podem, na verdade, ter benefícios cardiovasculares», afirma o líder do estudo da Universidade da Califórnia, Estados Unidos.

 

«Recomendações clínicas aconselham contra o consumo regular de produtos com cafeína para evitar distúrbios do ritmo cardíaco do coração devem ser reconsideradas, pois podemos estar desnecessariamente a desencorajar o consumo de itens como chocolate, café e chá que pode realmente ter benefícios cardiovasculares”, afirma o autor do estudo da Universidade da Califórnia, San Francisco.

 

As orientações atuais da Associação Americana do Coração sugerem que um paciente com batimentos cardíacos acelerados evitem a cafeína, o que pode agravar o problema. Esta foi a premissa base para que os investigadores focassem a atenção para o impacto da cafeína sobre os batimentos cardíacos extras. No entanto, é preciso um estudo mais intensivo na área, revelam os investigadores.

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