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A alimentação convencional versus a alimentação equilibrada

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Em outubro de 2015, a OMS (Organização Mundial de Saúde) lançou um comunicado a alertar a população mundial para a diminuição do consumo de carne vermelha e processada. Esse comunicado fez com que a população ganhasse consciência alimentar para algo que jamais haveria pensado. O consumo de carne poderá ser então uma preocupação?

 

A nossa fonte de proteínas estar essencialmente nas carnes vermelhas e processadas, nos dias de hoje, é exagerado, pois ou faz parte diariamente das duas refeições principais ou faz parte pelo menos de uma delas. Este tipo de proteína em excesso, dita proteína inflamatória, foi o que gerou o comunicado da OMS.

 

Se olharmos para o próprio padrão da Dieta Mediterrânica, património da Unesco, entendemos que a riqueza alimentar deste padrão destaca os produtos de origem vegetal e o peixe, preferencialmente gordo (selvagem) rico em ómegas. A carne vermelha aparece no padrão para consumo mensal. Como recomendação semanal, é sugerido os peixes, ovos e aves. Mas como recomendação diária, o reino vegetal prevalece com a fruta, legumes, frutos secos, vegetais e cereais.

 

Se olharmos para o padrão ao qual afirmamos que pertence a nossa alimentação, rapidamente chegamos à conclusão que as nossas escolhas alimentares estão um pouco invertidas. Aliado a isso, aparecem os produtos de ingestão, pré-confecionados, pré-preparados, prontos a comer, onde a qualidade nutricional é pouca, uma vez que para se oferecer a um preço acessível os ingredientes podem não ser de elevada qualidade alimentar.

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