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43% dos homens não gosta de fazer sexo oral

Pesquisa identifica três erros básicos na hora deste preliminar. O estudo realizado no Brasil pretende agora conhecer melhor o comportamento sexual dos portugueses.

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Aversão e vergonha de não saber efetuar a estimulação da forma mais correta são os principais motivos pelos quais 43% dos homens não gostam de fazer sexo oral às companheiras.

 

Os dados resultam de uma pesquisa realizada com mais de 200 mulheres e 300 homens brasileiros, conduzida por Aline Castelo Branco, educadora sexual e especialista em Programação Neolinguística para Relacionamentos, em parceria com o Núcleo de Estudos da Sexualidade (Nusex) da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP).

 

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Na hora de fazer este preliminar, os homens cometem ainda três erros básicos com impacto no prazer feminino. «Ouvia bastantes queixas das mulheres, no consultório, em palestras e até nas minhas redes sociais. Decidi então investigar, em conjunto com o Nusex, e ao longo de um ano recolhemos dados e depoimentos», explica Aline Castelo Branco.

 

Os relatos obtidos ao longo da pesquisa podem ser divididos em três principais equívocos cometidos pelos homens durante o sexo oral com uma mulher:

 

– O homem põe a língua para fora e movimenta a cabeça para cima e para baixo de forma brusca, sem tocar no clitóris. «Trata-se de uma forma completamente errada de o fazer, já que há que trabalhar toda a região», explica a educadora sexual.

 

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– O homem coloca os lábios em bico e movimenta o rosto para todos os lados, agitando a vagina da parceira. «Um comportamento que dá a sensação de estar à procura de algo que não encontra», comenta.

 

–  O homem erra ao sugar o clitóris da companheira, provocando dor. Pensa que está a proporcionar prazer, mas na realidade não está. «O clitóris tem 9 mil terminações nervosas, sendo uma área sensível que deve ser trabalhada com muita delicadeza», explica a especialista.

 

 

Aline Castelo Branco está agora a realizar uma pesquisa semelhante em Portugal com o objetivo de «conhecer melhor o comportamento sexual dos portugueses e das portuguesas». Para participar na mesma, basta responder ao questionário disponível online.

 

 

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