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100 anos de arte portuguesa no Amoreiras

Até 20 de outubro, os visitantes deste centro comercial de Lisboa podem percorrer a arte portuguesa de 1917 a 2019. As obras pertencem à Coleção Moderna do Museu Calouste Gulbenkian, sendo considerada a mais importante coleção de arte portuguesa do século XX. Por lá pode ver obras de Amadeo de Souza-Cardoso, Almada Negreiros, Maria Helena Vieira da Silva ou Paula Rego.

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O convite dirigido pelo Amoreiras Shopping Center ao Museu Calouste Gulbenkian permite reunir na Praça Central do Amoreiras 12 obras de arte, reproduzidas em caixas de luz com mais de dois metros de altura, que percorrem 100 anos de arte portuguesa – de 1917 a 2019.

 

Em exibição desde 27 de setembro a 20 de outubro, as obras pertencem à Coleção Moderna do Museu Calouste Gulbenkian, que é considerada como a mais importante coleção de arte portuguesa do século XX. Veja algumas imagens na galeria acima.

 

Esta mostra destaca e revela a diversidade de artistas portugueses de renome internacional que constituem a Coleção Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian e reflete também o seu caráter dinâmico, apresentando novas aquisições, obras inéditas e obras-primas da arte portuguesa do século XX de autores como Amadeo de Souza-Cardoso, Almada Negreiros, Maria Helena Vieira da Silva ou Paula Rego.

 

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Nesta coleção encontramos a expressão dos ideais e interesses das novas ideias modernas refletidas nas obras de Amadeo e Almada, ambos artistas emblemáticos, protagonistas da modernidade e do experimentalismo vanguardista e com um núcleo bastante extenso de obras na Coleção.

 

Duas outras figuras emblemáticas, amplamente representadas na coleção e com lugar de destaque na história da arte internacional, são Vieira da Silva e Paula Rego, que se instala definitivamente em Londres a partir dos anos de 1970, fator que influenciou inteiramente a sua obra e vida.

 

Abarcando peças de cariz figurativo, abstrato e pop, das décadas de 1960 a 1980, as obras de Jorge Vieira, Ana Hatherly e António Palolo sustentam a diversidade descomprometida que se segue a partir de meados do século XX.

 

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Nos trabalhos mais recentes de Leonel Moura, Jorge Molder, Pedro Cabrita Reis ou Grada Kilomba, liga-se a atividade artística do passado recente, do presente e da projeção do futuro, ao uso de técnicas e materiais tão díspares como a fotografia, a escultura e a instalação vídeo, bem como a abordagem a temáticas diversas. A presença da figura humana, a ação e o movimento do corpo como força que emerge da cultura e da desenvoltura da prática artística dos séculos XX e XXI estão aqui patentes e reforçam a dinâmica e a qualidade que a Coleção Moderna impôs a si própria.

 

A exposição permanente da Coleção Moderna apresenta atualmente cerca de 420 obras das 11 mil em acervo e pode ser visitada na Fundação Calouste Gulbenkian de quarta a segunda, entre as 10:00 e as 18:00.

 

A mostra estará patente na Praça Central do Amoreiras até 20 outubro, no horário habitual do shopping, entre as 10h00 e as 23h00. Será possível realizar visitas guiadas, incluindo ao miradouro Amoreiras 360º, de forma totalmente gratuita, a decorrer todos os sábados pelas 15h00. O ponto de encontro será no balcão de informações do Amoreiras.

 

 

 

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